Gerenciamento de crises

Bola de neve

Bola de neve

Qualquer situação que escape ao controle da empresa e que ganhe visibilidade pública pode ser considerada uma crise: uma denúncia, um acidente, uma violação de produto, uma greve, um assalto, uma crise envolvendo o empregador e seus empregados, um processo judicial, uma concordata, uma reclamação dos clientes nos meios de comunicação.


Seja qual for a origem da crise, o fato é que ela pode afetar os negócios de uma empresa, provocando perdas de lucros, além de colocar sua reputação em dúvida, caso a situação não seja bem gerenciada. Crises ocorrem por várias razões. Mas ela se torna pública quando noticiada. Tão ou mais importante que resolver o problema em si é atender bem os jornalistas.

Não existe empresa isenta de crise. Algumas empresas se expõem menos a crises em virtude da atividade que desempenham, mas nada pode lhes garantir um salvo-conduto eterno. Há empresas que acreditam que um comportamento retraído, de pouco contato com a imprensa minimiza o risco da crise. Elas erroneamente imputam aos jornalistas a responsabilidade pela crise. Os jornalistas não deflagram a crise, apenas a noticiam. Dão-lhe outra dimensão. Mas também não é o silêncio que faz os problemas sumirem. Quem não se relaciona com a imprensa sob o pretexto de afastar crises desilude-se e ainda perde os benefícios de um bom contato com a mídia. As crises advirão inclusive para as empresas low profile, e com elas virão os jornalistas.

A Art Presse tem ampla experiência nesta área e desenvolveu uma metodologia adequada para este serviço.